Conecta, Autor em Conecta Advogado - Page 5 of 8

Ter uma boa rede de contatos é primordial para o sucesso na advocacia, e essa conexão deve ir além do universo jurídico.

Por esse motivo, o networking diversificado visa atrair mais clientes para o escritório, que, na maioria das vezes, são pessoas externas ao meio jurídico. Para ampliar a rede de contatos, continue lendo este artigo e conheça as melhores estratégias de networking para advogados.

1. Utilize o LinkedIn e outras redes sociais

O perfil no LinkedIn é realmente necessário, já que, cada vez mais, essa rede de informações profissionais possibilita contratações, contatos, referências e outros tipos de networking essenciais para o êxito profissional na atualidade.

O perfil consiste, resumidamente, no preenchimento das informações sobre as principais áreas de atuação, formação e experiência profissional. A partir de então, o advogado pode e consegue se relacionar com profissionais não apenas do Brasil, mas também do exterior.

Além disso, também é possível utilizar sua própria rede social (Facebook, Twitter etc.) como cartão de visita para a captação de novas demandas em seu escritório de advocacia. Nesse contexto, vale a pena o compartilhamento de informações relevantes para clientes em potencial, de atualizações legislativas e jurisprudenciais, bem como de outras novidades em sua área de atuação. Desde que se mantenham os valores e padrões de tradição e respeitabilidade da profissão, isso acontece dentro da legalidade e da ética profissional.

2. Seja atencioso e cordial

Desde o primeiro contato, independentemente do contexto, o advogado deve procurar agir com o máximo de cordialidade e respeito às pessoas. Essas impressões têm muita repercussão na reputação do profissional e podem trazer novas indicações de clientes para o escritório.

Por outro lado, advogados grosseiros e distraídos acabam sendo preteridos quando se tratar de indicações de clientes para outras pessoas.

3. Tenha sempre um cartão de visitas

A troca de cartões é tradicional e bastante utilizada, principalmente na advocacia. Ela permite que os contatos lembrem-se do advogado bastante tempo após o encontro.

O profissional precisa ter sempre disponível o cartão de visita, que deve ser simples, objetivo, com a indicação dos principais meios de contato e uma identidade visual que corresponda ao seu escritório.

4. Aposte em um site

Sites pessoais e profissionais são uma boa maneira de divulgar contatos, principais áreas de atuação e demais serviços oferecidos. Alguns profissionais, inclusive, mantêm um blog com postagens e informações relevantes para seus clientes, como forma de atrair sua atenção e estabelecer autoridade sobre o tema.

Ainda que se tenha um site pessoal ou do escritório, é importante também escrever para sites que são referência no contexto jurídico nacional, como Conjur e Jota. Por meio desses canais, diversos relacionamentos profissionais são estabelecidos. Além disso, você reforça seu respaldo sobre a matéria no cenário nacional.

O tráfego de informações na internet gera ótimas possibilidades de contato e contratação dos serviços advocatícios para propositura de novas ações, o que rende reconhecimento, confiança e indicações por parte dos clientes e leitores do site.

5. Compareça a eventos

Essa ainda é uma das principais estratégias de networking para a área da advocacia, já que o contato presencial e as conversas entre um painel e outro são imprescindíveis para estabelecer primeiras boas impressões.

Congressos jurídicos, jantares de negócios, lançamentos imobiliários, cursos de atualização e situações típicas proporcionarão novas oportunidades de trabalho.

6. Mantenha contatos antigos

Outra questão que merece atenção por parte do advogado é a necessidade de manter atualizada sua rede de contatos.

Para tanto, pode-se utilizar o envio de e-mails ocasionais que contenham dicas, informações, referências e outros tópicos que façam sentido para cada pessoa.

O contato com outro colega de profissão, que atua em área diversa, por exemplo, pode ser para indicar clientes e também receber novas indicações, o que pode ser ser uma boa estratégia para estabelecer uma relação de confiança e parceria no meio profissional.

A prática destas dicas de networking para advogados pode render muitas demandas e novas indicações de clientes. Siga-nos no Facebook, InstagramYouTube para acompanhar e conhecer melhor nosso conteúdo especial para profissionais da área jurídica.


O Código de Processo Civil brasileiro foi alterado por meio da Lei 13.105/2015 e trouxe importantes inovações em diferentes matérias do Direito Processual Civil.

Continue a leitura para ficar por dentro das principais novidades trazidas pelo novo CPC.

Mecanismos de conciliação

A conciliação é muito estimulada pelo novo CPC, que seguiu a linha da Lei dos Juizados Especiais.

Agora, para as ações que versam sobre direitos disponíveis, o juiz deverá tentar, primeiramente, uma conciliação entre as partes para depois marcar uma audiência.

Assim, se anteriormente o réu deveria apresentar sua defesa antes de qualquer tentativa de acordo com o autor da ação, agora as partes terão a oportunidade de chegar a um consenso antes da audiência.

Prazos

Antes da entrada em vigor do novo CPC, os prazos eram contados em dias corridos. Hoje, para a contagem de prazos são considerados somente os dias úteis.

Além disso, no recesso forense, os prazos ficarão suspensos do dia 20 de dezembro até o dia 20 de janeiro do próximo ano, para acompanhar as férias dos advogados. No entanto, os tribunais continuarão funcionando normalmente neste período.

Ordem de julgamento dos processos

O novo CPC trouxe uma mudança que contribuirá para o aumento da dinamicidade dos julgamentos e para a celeridade dos trabalhos do Judiciário.

É que, com o novo Código, os processos deverão ser julgados, preferencialmente, por ordem de antiguidade. Muito diferente do que ocorria no CPC antigo, em que não havia cronologia para julgamento e a escolha dessa ordem era feita pelo juiz.

Divórcio

Para ações de divórcio, a audiência de conciliação deverá ser realizada quantas vezes forem necessárias para que o casal tenha uma separação consensual e evite o litigioso.

Esse incentivo à conciliação está tão forte no CPC atual que as partes não poderão recusar essa etapa da ação. Ademais, a citação do réu não poderá constar quaisquer informações a respeito da natureza do processo.

Defesa do réu

A defesa do réu foi simplificada com o novo CPC, que concentrou vários tipos de peças específicas na contestação.

As petições que deveriam ser apresentadas em separado para contestar a incompetência do juiz quanto ao local de distribuição da ação, a impugnação do valor da causa e a impugnação da justiça gratuita, por exemplo, deverão ser apresentadas na contestação.

Recursos

Com o novo CPC, os recursos propostos com o objetivo unicamente protelatório serão punidos, com aplicação de uma multa à parte que ensejou o atraso no processo.

Outra novidade em relação aos recursos é que, para a maioria deles, o prazo de proposição foi alterado para 15 dias.

Ademais, muitos recursos foram extintos, como é o caso dos Embargos Infringentes, contra decisão unânime dos Tribunais, e do Agravo Retido, contra decisões proferidas durante o processo. Nesses casos, agora, cabe o Agravo de Instrumento.

Usucapião

O novo Código de Processo Civil criou o instituto da Usucapião extrajudicial, de modo que o oficial do Cartório de Registro de Imóveis pode conceder a usucapião requerida.

Esta modalidade de usucapião, de caráter administrativo, apenas será concedida se não houver contestação do pedido.

Desconsideração da personalidade jurídica da sociedade

Apesar de o procedimento de desconsideração da personalidade jurídica da sociedade já ser usado pelos Tribunais, não havia regulamentação no CPC anterior. Assim, o novo Código trouxe dispositivos que tratam dessa matéria, a fim de esclarecer os seus requisitos e regras gerais.

Honorários

Se antes os honorários sucumbenciais eram fixados na sentença e não havia possibilidade de alteração, com o novo CPC, eles poderão ser majorados em caso de recursos contra a decisão final, na chamada sucumbência recursal.

Essa é uma inovação trazida pelo novo CPC, que dedicou uma seção específica para tratar de despesas, taxas, custos, multas e honorários no processo civil.

Quando se trata do Direito, é muito importante que o profissional esteja sempre atualizado, à vista disso, existem cursos práticos e estratégicos que podem auxiliar nessa especialização.

Se você quer ficar por dentro de todas as novidades do novo CPC e do mundo jurídico, curta a nossa página no Facebook e acesse os nossos artigos em tempo real!


Escrever boas peças processuais vai muito além da utilização de modelos prontos e velhos chavões do Direito, como jurisprudência em excesso e vocabulário rebuscado. Na verdade, a habilidade de fazer boas peças processuais pode ser aprendida, e há uma série de erros que você pode evitar ao elaborar as suas.

Gostaria de saber mais informações? Continue a leitura deste post e confira as nossas dicas sobre como escrever uma boa peça processual.

Prática em vez de vocação

Há quem diga que nasceu com um “dom” para escrever bem, principalmente quando trata-se de peças processuais. Isso costuma não ser verdade. Em vez de vocação, é a prática que faz bons advogados, especialmente no que diz respeito à elaboração de petições iniciais, defesas, contrarrazões e recursos. Cada contexto exige peças distintas, por isso é importante praticar muito.

Objetividade e textos mais enxutos

Uma regra geral para a escrita de boas peças é manter a objetividade. Cada vez mais, o Direito caminha no sentido de reduzir trâmites, buscar a automatização de procedimentos (processo eletrônico) e buscar mais oralidade nos procedimentos, além de reduzir o tempo e as fases de um processo. Nesse contexto, as peças também mudam.

Juízes, desembargadores e partes esperam peças cada vez mais objetivas e sintéticas. Isso facilita a evolução do processo e a clareza dos argumentos. Se você reparar bem, até mesmo decisões e sentenças têm seguido essa tendência.

Encadear argumentos de forma organizada e lógica

Para convencer o juiz e escrever peças processuais contundentes, é preciso organizar argumentos de forma lógica e substanciada. Dos argumentos mais fortes para os mais acessórios, cada ponto levantado ao longo da peça deve ser corroborado por jurisprudência e legislação. Referenciá-los em notas de rodapé ajuda a manter a organização e sintetismo visual das peças.

Revisar sua peça processual é imprescindível

Jamais protocole uma peça, ou distribua uma petição inicial sem antes revisá-las. Por mais que o advogado se esforce, sempre haverá erros gramaticais, ortográficos e materiais. O trabalho de revisão, no entanto, busca reduzir ao máximo essas falhas.

Erros comuns que você deve evitar

Agora que você descobriu as diretrizes gerais sobre como escrever boas peças, está na hora de saber quais erros evitar. Veja:

1. Utilizar diferentes fontes e cores

Mantenha a sobriedade e o tradicionalismo visual em suas peças. Evite fontes coloridas e disformes ao longo do texto, inclusive em relação ao tamanho.

2. Peças muito longas

Quanto mais sintéticas e objetivas forem suas peças, melhor. Não enrole ao apresentar seus argumentos.

3. Oralidade

Evite elementos de oralidade ao escrever peças. O vocabulário não precisa ser rebuscado, mas também não pode ser informal.

4. Excesso de destaques

Negrito, caixa alta, itálico e sublinhado: use esses recursos com bastante moderação! Se você destacar todo o texto, a intenção de realce acaba perdendo seu propósito.

5. Adjetivos e advérbios desnecessários

Advogados costumam utilizar muitos adjetivos e advérbios para enfatizar seus argumentos, mas isso só distrai o leitor do conteúdo central da peça. Cada vez mais, advogados, juízes, promotores e demais partes processuais têm prezado pela clareza e objetividade na escrita jurídica.

Com essas dicas em mãos, fica mais fácil escrever uma boa peça processual e garantir o sucesso de suas causas! Aproveite também para assinar nossa newsletter e continuar recebendo mais informações sobre temas jurídicos. Participe!


Já conhece as alterações relacionadas à prova testemunhal no novo Código de Processo Civil brasileiro? Com a entrada em vigor do novo Código, a regulamentação dessa matéria foi alterada com algumas novidades. Continue a leitura e confira as mudanças.

Admissibilidade

Nos artigos 442 a 463 do novo Código de Processo Civil estão previstas as regras que regem a oitiva de testemunhas, ou apresentação de prova testemunhal, nos processos civis brasileiros.

À semelhança do que já era previsto no Código anterior, o primeiro artigo trata da admissibilidade da prova testemunhal, que será sempre aceita, desde que não haja leis ou outros dispositivos que disponham de forma diversa.

Essas exceções à regra estão dispostas no artigo 443, nas hipóteses a seguir:

  • quando o fato já tiver sido comprovado por documento ou confissão;
  • quando a prova só puder ser constituída por meio de documento ou perícia.

Vale ressaltar também que, ao contrário do CPC revogado, que admitia a prova testemunhal somente em contratos com valor acima de 10 salários mínimos, com o novo Código o rol de testemunhas poderá ser apresentado em causas de qualquer valor.

Quem pode ser testemunha

O novo CPC também trouxe algumas alterações em relação àquelas pessoas que podem testemunhar no processo. Agora, os companheiros foram equiparados aos cônjuges e alguns casos polêmicos foram retirados do rol de suspeição, como a testemunha condenada por falso testemunho ou aquela que é considerada de má fé por seus costumes.

Local e forma da oitiva de testemunha

As principais regras já existentes em relação ao local e a forma das provas testemunhais foram mantidas pelo novo Código Processual Civil. É o caso da regra presente no artigo 449, que determina que, salvo disposição em contrário, as testemunhas deverão ser ouvidas na sede do juízo.

Além disso, se por algum motivo a oitiva de testemunha não puder ser feita na sede da ação, o juiz da causa é quem designará o local e a data da apresentação dessa prova.

No entanto, em situações excepcionais, o novo CPC proporcionou uma boa novidade: agora será possível ouvir a testemunha por meio de teleconferência ou outro recurso tecnológico similar.

Dados das testemunhas

O CPC anterior já previa uma série de dados que deveriam ser informados pelo advogado da parte interessada ao apresentar rol de testemunhas no processo. Mas, com o novo CPC, agora é obrigatório apontar o CPF e o número do documento de identidade de cada testemunha.

Prazo para apresentação do rol

Anteriormente, o CPC dispunha que o rol de testemunhas deveria ser apresentado em um prazo fixado pelo juiz. Em casos de omissão, o prazo seria de 10 dias antes da audiência de instrução e julgamento.

Já no novo CPC, esse prazo é comum para ambas as partes, ainda mediante fixação do juiz, mas não poderá ser superior a 15 dias.

Dever de intimar

Segundo o artigo 455 do novo Código, o advogado será o responsável por intimar, por meio de carta com AR, as testemunhas para audiência, indicando o dia, a hora e o local.

E a ele caberá, ainda, juntar ao processo uma cópia do aviso de recebimento e da correspondência enviada às testemunhas, para comprovar a intimação.

Perguntas diretas às testemunhas

A partir do novo Código, o advogado poderá realizar perguntas diretamente às testemunhas, sem que precise passar pela intermediação do juiz, como ocorria no CPC anterior.

Nesse sentido, o advogado que arrolou a testemunha terá prioridade em relação ao juiz e ao advogado da parte contrária.

Cabe ressaltar que, ainda com esta alteração do novo CPC, o juiz é quem estará no controle do ato e poderá impedir certos tipos de perguntas, como aquelas que induzem a testemunha a formular determinadas respostas.

Agora você está por dentro de todas as novidades para o instituto da prova testemunhal no novo CPC. Mas se ficou alguma dúvida, não deixe de saná-las deixando as suas perguntas abaixo, nos comentários!


A maioria dos advogados passa pela dificuldade de prever com regularidade os rendimentos decorrentes de honorários, diligências e outras remunerações de serviços prestados a seus clientes. A justiça nem sempre é rápida e os serviços podem apresentar mais complexidades do que aparentavam a princípio. Como, então, manter uma boa gestão financeira do escritório de advocacia?

Nesse contexto, conservar as finanças em dia é imprescindível para evitar desequilíbrio nas contas e lidar melhor com as variações das taxas de retorno por seus serviços. Confira a seguir algumas recomendações:

6 sugestões para uma gestão de escritório de advocacia impecável

1. Mantenha um fluxo de caixa constante

Para evitar endividamentos desnecessários em seu escritório, é importante manter um fluxo de caixa condizente com suas despesas de custo fixo.

Por mais que os rendimentos sofram variação ao longo dos meses, deve-se planejar para sempre manter em conta um mínimo necessário, suficiente para o pagamento de despesas fixas e variáveis básicas, como aluguel, transporte, internet, bolsas de estagiários, materiais de escritório, entre outros.

Outra forma de colocar isso em prática é por meio de uma renda constante, cuja cobrança ocorre, por exemplo, em razão do acompanhamento processual mensal ou de consultorias mensais para empresas.

2. Saiba como precificar seus serviços

O primeiro passo para precificar seus serviços advocatícios é verificar os parâmetros mínimos da tabela indicativa de preços da OAB de seu estado. Valorize seus honorários por meio de cobranças justas e não aceite valores irrisórios apenas para receber rapidamente e cobrir despesas básicas. A valorização dos advogados tem de partir de você.

Além disso, verifique sempre os preços praticados por seus concorrentes, levando em consideração aspectos como experiência, formação acadêmica e qualidade dos serviços prestados.

3. Tenha maior controle e gerenciamento das finanças

Independentemente de você utilizar planilhas no Excel ou apps para gerenciamento financeiro (confira os apps SageStart, ZeroPaper e GuiaBolso), o controle das rendas e despesas do escritório deve ser diário.

Verifique e registre honorários recebidos, anote despesas e planeje-se financeiramente para controlar melhor o fluxo de caixa de seu escritório.

4. Cobranças não devem ser negligenciadas

Muitos advogados sofrem com a falta de pagamento por seu trabalho. Por mais que se firme contratos de prestação de serviços e se certifique quanto aos dados mais atualizados dos clientes, muitos deles atrasam pagamentos, ou mesmo somem.

Evite que isso prejudique as atividades de seu escritório. Realize cobranças com regularidade e, caso necessário, inicie também ações judiciais de cobrança.

5. Na gestão de escritório de advocacia, evite atrasos em pagamentos

Ao gerir suas contas (luz, água, internet, aluguel etc.), cumpra os vencimentos dessas despesas à risca. Pagar as contas antes do vencimento evita multas e juros de mora, bem como endividamentos desnecessários.

Para não ter que lidar com imprevistos, crie uma rotina programada de pagamento de contas em datas específicas, de preferência dias antes do vencimento.

6. Não misture patrimônio pessoal com o do escritório

Assim como um empreendedor faz em sua empresa, advogados também devem distinguir seu patrimônio pessoal daquele do escritório.

Por muitas vezes trabalhar sozinho, é comum que alguns dos bens do advogado e do escritório se confundam.

Mas lembre-se de se resguardar e evitar a confusão de bens e finanças em seu dia a dia como forma de facilitar a gestão das contas do escritório.

Ainda tem dúvidas sobre esse tema? Outras sugestões? Deixe o seu comentário!