Conecta, Autor em Conecta Advogado - Page 3 of 8

Um dos maiores desafios dos advogados é cumprir os prazos dos seus processos. Pode parecer fácil, mas quando a demanda é alta, aqueles que não tiverem organização e disciplina podem acabar deixando aquela contestação para a última hora, o que resultará no comprometimento do resultado da ação.

Para evitar transtornos, é essencial fazer uma gestão de prazos de qualidade. Quer saber como? Continue a leitura deste artigo!

Planejamento

O cumprimento tempestivo de prazos, no processo judicial, é imprescindível para o andamento da ação. Para tanto, o advogado deve ter em mente que é preciso se planejar para cumpri-los nas datas corretas.

Uma forma simples de realizar este planejamento é por meio de um calendário de atividades e metas.

Neste calendário, que poderá ser preenchido na própria agenda do advogado, ou por meio de softwares ou planilhas, o advogado deverá inserir todos os prazos a serem cumpridos, a partir do momento em que receber a citação ou intimação para a prática do ato.

Uma ideia interessante é marcar a data de conclusão alguns dias antes do término real do prazo, para o caso de ocorrer algum imprevisto, como quedas de energia ou demandas de urgência.

Organização

Aliada ao planejamento, a organização também é um dos pilares básicos para uma gestão de prazos mais eficiente.

Quando se depara com muitos processos e prazos com vencimento no mesmo dia, ou na mesma semana, é essencial que o advogado organize a sua rotina de trabalho, de forma a conseguir cumprir todas as suas demandas nas datas previstas.

Ao fazer o uso do calendário de prazos planejado para o mês, o advogado deve criar uma lista de tarefas para todos os dias de trabalho, incluindo não só o cumprimento de prazo, como também as demais tarefas que envolvem a sua profissão.

Além disso, é interessante também incluir abertura na lista de tarefas para que o advogado consiga lidar com eventuais demandas inesperadas que podem surgir.

Definição de etapas

Outro ponto importante a ser levado em conta, quando falamos em gestão de prazos, é a definição dos processos necessários para seu cumprimento.

Não adianta o advogado querer realizar todas as atividades que envolvem o cumprimento de um prazo de uma só vez, desde a leitura atenta do inteiro teor do processo e a pesquisa de jurisprudência e de doutrina, até a confecção da peça necessária para cumprir determinado prazo.

É necessário que as fases que compreendem o cumprimento de um prazo sejam segmentadas, para que o advogado consiga realizá-las com muito mais dedicação e atenção.

Definir cada etapa que será necessária para o desenvolvimento da peça ou da diligência é também uma forma do profissional do Direito se planejar e organizar a sua rotina de trabalho e, consequentemente, torná-la mais eficiente.

Se o advogado não trabalha de forma autônoma, também é interessante, no que diz respeito ao cumprimento de prazos, delegar funções para estagiários e outros funcionários do escritório, em um trabalho em equipe, a fim de organizar e planejar melhor as atividades.

Ferramentas de controle de gestão de prazos

Softwares de gestão jurídica já estão sendo muito utilizados por escritórios e advogados autônomos.

Eles facilitam a rotina de trabalho e proporcionam economia de tempo e aumento da produtividade, por meio da criação de banco de dados de informações de clientes e processos, armazenamento online de arquivos, cadastro de advogados e ações e agenda de reuniões.

Além de todas as funcionalidades citadas acima, os softwares jurídicos também auxiliam a vida do advogado na gestão de prazos, com alertas e notificações que servem como lembretes para que o profissional não deixe de cumpri-los.

No caso de programas como estes, é importante ressaltar que eles devem se adequar ao estilo de trabalho do advogado, caso contrário, se o software instalado no escritório for muito complexo, ele vai acabar atrasando a rotina de trabalho.

Além de assegurar o cumprimento tempestivo de suas obrigações, a gestão de prazos auxilia na produtividade no dia a dia de trabalho do advogado. Outra forma de construir uma rotina mais produtiva é a gestão de tempo. Leia um pouco mais sobre o assunto neste artigo!


A publicidade na advocacia é uma polêmica que paira no seio da atividade, principalmente devido às restrições impostas pelo Código de Ética da OAB. Muito embora o Código seja rígido na regulamentação dessa prática, ela não é vedada aos profissionais e escritórios.

De modo a solucionar alguns questionamentos recorrentes sobre o assunto, preparamos o presente artigo com as principais informações sobre as proibições da OAB no que tange à publicidade na advocacia. Continue a leitura e saiba mais.

Principais proibições da OAB sobre marketing jurídico

Atualmente, o marketing jurídico é regulamentado pelo Novo Código de Ética e Disciplina da Advocacia que entrou em vigor em setembro de 2016.

À semelhança do Código anterior, a legislação é restritiva limitando a publicidade na advocacia à:

  • identificação pessoal e curricular do advogado ou sociedade de advogados;
  • publicidade exclusivamente de caráter informativo, sendo terminantemente proibido o marketing jurídico que induz o cliente a contratar determinado profissional ou escritório.

Verifique as principais práticas proibidas pelo Código de Ética:

  • publicidade veiculada por meio de televisão, outdoors, rádio, elevadores, veículos, painéis, muros, paredes, cinema, entre outros meios semelhantes.
  • os anúncios não podem conter fotos, cores, figuras, logotipos, desenhos, símbolos ou marcas que sejam incompatíveis com a sobriedade e a discrição da advocacia. Essa limitação aplica-se, inclusive, à placa do escritório e aos cartões de visita.

Quanto ao conteúdo da publicidade, é estritamente proibido:

  • fazer referência, direta ou indireta, a qualquer cargo, função pública ou relação de emprego que o advogado tenha exercido. Além disso, é vedado mencionar causas nas quais o profissional tenha atuado;
  • captar clientes por meio do oferecimento de serviços para casos concretos bem como oferecê-los em conjunto ou parceria com outras atividades econômicas;
  • utilizar expressões de auto-engrandecimento e auto-promoção, seja em publicações ou quando chamado para participar de programas na mídia;
  • comparar-se com outros profissionais;
  • tentar captar clientes por meio de informações inverídicas e enganação do público;
  • prometer resultados e divulgar valores e formas de pagamento de honorários advocatícios;
  • utilizar publicações de caráter informativo na Internet, jornais e outros meios permitidos de modo a camuflar a angariação de clientes;

Além das vedações supracitadas, a publicidade não poderá conter nenhum tipo de elemento que atente contra a dignidade, discrição e moderação da advocacia.

Cuidados necessários

O profissional que deseja pautar suas ações na ética e na seriedade inerentes à advocacia, deverá utilizar-se da publicidade com o intuito único e exclusivo de informar o público sobre questões jurídicas relevantes.

Quaisquer ações que denotem competição mercadológica, angariação de patrocínios e clientes e desrespeito à dignidade da profissão deverão ser evitadas pelo profissional.

Penalidades previstas

O advogado, escritório ou estagiário devidamente habilitados junto a OAB, estarão passíveis de multa em caso de inobservância das proibições impostas pela lei.

Ademais, o profissional estará sujeito a sanções disciplinares previstas no Código como censura, suspensão e exclusão. Caso sua conduta desrespeitosa esteja tipificada como crime pelo Código Penal Brasileiro, ele também poderá responder criminalmente.

Publicidade x Propaganda

Finalmente, cumpre-nos esclarecer a distinção entre propaganda e publicidade na advocacia. A primeira prática é vedada e a segunda, conforme salientamos, é permitida pelo Código de Ética.

A principal diferença entre os dois termos reside no fato de que propaganda diz respeito à veiculação comercial de anúncios de modo a oferecer serviços e atrair novos clientes.

Por outro lado, a publicidade permitida na advocacia ultrapassa essas técnicas de divulgação de serviços para assumir um caráter de difusão da informação e instrução do público.

O escopo das restrições à publicidade na advocacia trazidas pelo Código de Ética é, antes de tudo, o de servir de orientação à atuação dos que firmaram o compromisso com a ética e lisura no exercício dessa profissão.

Esperamos ter esclarecido suas dúvidas sobre esse assunto tão controvertido entre os advogados. Para informar-se sobre outros conteúdos jurídicos relevantes, assine nossa newsletter e receba novidades diretamente em seu e-mail.


Desde 2005, quando a Lei de Recuperação Judicial (Lei nº 11.101) foi aprovada, o cenário jurídico para empresas em crise no país mudou bastante. A recuperação judicial passou a ser uma opção viável para tentar manter a atividade empresarial no Brasil, especialmente em momentos de dificuldade econômica. Quais seriam, no entanto, os critérios para sua concessão? Quando ela deve ser requerida pelo empreendimento? Veja as respostas para essas e outras perguntas:

O que é a recuperação judicial?

O instituto da recuperação judicial no Direito brasileiro foi consagrado em 2005 por meio da Lei nº 11.101, que também substituiu o antigo regime jurídico das falências no país.

Basicamente, a recuperação judicial tem como objetivo proporcionar à pessoa jurídica um alívio financeiro em períodos de crises e instabilidades, de forma a suspender cobranças e execuções, regularizar pagamentos, organizar rotinas administrativas e garantir sua solvência para o futuro.

Quando ela deve ser processada?

Conforme disciplina o artigo 47 da Lei de Falências e Recuperação de Empresas, a concessão desse benefício à sociedade empresária devedora tem como objetivo superar momentos de crise financeira e econômica no âmbito do empreendimento. Por exemplo, quando ocorrem alterações substanciais no mercado de atuação da empresa, ou quando a atividade econômica é prejudicada e arrisca-se a manutenção da fonte produtora da empresa.

Ou seja, objetiva-se viabilizar e dar uma sobrevida ao empreendimento, preservando-o. Assim, mantêm-se as atividades produtivas, os interesses de credores, o emprego de seus funcionários, entre outras características essenciais da empresa.

Como ela funciona na prática?

O pedido de recuperação judicial é feito em juízo pela própria pessoa jurídica. De acordo com o artigo 51 da lei que a disciplina, existem diversos critérios para a homologação desse pedido. Entre eles, estão: exposição das causas e situação de crise patrimonial da sociedade empresária; contas, balanços e demais demonstrações contábeis dos últimos 3 anos da empresa; lista de credores; lista de empregados e folha de pagamentos da empresa; lista de bens pessoais dos sócios controladores e administradores; situação cadastral da empresa em cartórios e órgãos de registro público; extratos bancários; lista de ações judiciais em curso; etc.

Além disso, existem alguns pré-requisitos para que o pedido de recuperação judicial seja admitido: sociedade empresária com, no mínimo, dois anos de atividade; não ser o devedor falido; não ter passado por outra recuperação judicial há, pelo menos, 5 anos; não ter sido condenado pelos crimes previstos nos artigos 168 a 178 dessa mesma lei enquanto sócio controlador ou administrador de sociedade empresária.

Se concedida, a recuperação permite a suspensão de execuções, o parcelamento de dívidas, a venda de patrimônio para saldar algumas dívidas, renegociações salariais e, eventualmente, a superação dos desafios financeiros que ameaçavam a existência da sociedade.

Qual o papel do advogado na recuperação judicial?

É imprescindível contar com uma boa assessoria jurídica antes, durante e depois do processo de recuperação judicial. O papel do advogado nesses momentos varia desde o auxílio na elaboração do plano de recuperação, até o acompanhamento judicial do pedido, por meio da contestação de ações dos credores, formulação de pedidos ao administrador judicial, renegociação de dívidas, entre outras atividades.

Conforme ressaltado neste post, a recuperação judicial é uma importante ferramenta hoje em dia, à disposição não apenas de empreendedores, como também de seus credores. Gostou dessas informações? Aproveite para assinar nossa newsletter e continuar a receber mais posts como este.


Abrir um novo escritório, conquistar uma vasta cartela de clientes, aumentar o seu networking e ter sucesso na advocacia. São muitas as metas que permeiam a carreira do advogado, mas, para que elas sejam alcançadas, é preciso saber como empreender.

Pensando nisso, fizemos uma lista com 7 livros que auxiliam no empreendedorismo para advogados. Confira.

1. O Poder do Hábito – Charles Duhigg

Para empreender em qualquer área, incluindo o setor jurídico, é importante desenvolver o poder do hábito para que os empreendedores não se deixem levar pela procrastinação.

Nesse livro, Charles Duhigg ensina aos leitores como fazer uso do hábito para desenvolver disciplina, foco, consistência e autoridade.

Com dicas práticas e fáceis de serem seguidas, essa obra é uma verdadeira aliada para os advogados que começaram a empreender e, muitas vezes, pensam em desistir do escritório.

2. Marketing Jurídico – O Poder das Novas Mídias – Rodrigo Bertozzi e Renata Bucco

Considerando que a internet é uma dos meios de comunicação e interação mais utilizados pelas pessoas nos dias de hoje, esse é o guia ideal para quem quer divulgar os seus trabalhos na rede e conquistar novos clientes.

Um dos autores, Rodrigo Bertozzi, é um consultor renomado em marketing jurídico e as suas dicas, voltadas para a inteligência estratégica, são valiosas para quem quer se aprofundar no assunto e colocá-las em prática em seu escritório.

3. A Era do Business Jurídico – Ari Lima

Esse também é um guia voltado para o marketing jurídico e para os resultados que ele pode gerar em um escritório de advocacia.

Ari Lima, autor desse livro, é especialista em negócios e marketing para advogados e lista uma série de dicas para que os escritórios, principalmente os de pequeno porte, empreendam e cresçam com as técnicas ensinadas por ele.

4. A Nova Reinvenção da Advocacia: a Bíblia da Gestão Legal no Brasil – Lara Selem e Rodrigo Bertozzi

Essa obra é voltada para as mudanças que os escritórios de advocacia devem fazer para adotar uma gestão de alta performance.

Os autores são sócios de um famoso escritório de consultoria jurídica e trazem aos leitores ensinamentos sobre estruturação de departamentos jurídicos e espírito empreendedor para advogados.

5. Direito, Gestão e Prática: Administração Legal para Advogados – Anna Luiza Boranga e Simone Viana Salomão

Esse livro é, na realidade, um compilado de artigos produzidos por pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas.

São textos que auxiliarão o advogado empreendedor, já que abordam assuntos sobre a sociedade de advogados, a gestão e a administração de escritórios de advocacia, além da gestão financeira e de recursos humanos, tecnologia da informação, marketing jurídico, dentre outros.

6. Gestão para advogados – Luiz Fernando Rabelo Chacon

Focado nas primeiras estratégias que um advogado deve traçar para alavancar a sua carreira, esse livro ensina desde a montagem de um bom currículo até a elaboração de planejamentos estratégicos para abrir um escritório de advocacia.

Tendo em vista que o curso de Direito não ensina os futuros profissionais a empreender na área, “Gestão para advogados” é quase uma leitura obrigatória para aqueles que querem crescer no setor.

7. A Estratégia do Oceano Azul – Chan Kim e Renné Mauborgne

Ainda que essa obra não esteja voltada diretamente para a advocacia, ela é uma leitura interessante para os profissionais que desejam se destacar no mercado e conquistar novas áreas pouco exploradas pelas empresas em geral.

A partir da metáfora do oceano vermelho em comparação com o oceano azul, os autores explicam o quanto é importante se arriscar em nichos pouco explorados para empreender.

Achou interessante a nossa lista de livros sobre empreendedorismo para advogados? Quer saber mais sobre o assunto? Então, siga a nossa página no Facebook, para ficar por dentro de tudo o que acontece na área do Direito.


Na advocacia, profissão em que os profissionais estão cada vez mais qualificados e o mercado mais competitivo, algumas características são essenciais para se tornar um advogado bem-sucedido. Se você quer saber quais são essas qualidades imprescindíveis na carreira jurídica, continue lendo este artigo.

1. Formação sólida

De nada adianta passar 5 anos estudando em uma faculdade que não contribui para o seu crescimento acadêmico. Decorar leis e pesquisar doutrina é fácil, o difícil é construir um raciocínio lógico e jurídico que será um diferencial na sua atuação como advogado.

E, muitas vezes, este atributo não é desenvolvido durante a graduação em Direito. Por este motivo, é essencial que o advogado esteja sempre buscando novas fontes de conhecimento.

Cursos de especialização e pós-graduação são excelentes aliados e costumam preparar ainda mais o profissional para o mercado de trabalho, o que proporciona um diferencial dentre os demais.

2. Oratória e capacidade de comunicação

Todos sabemos que um bom advogado deve ter a capacidade de se expressar e defender os argumentos necessários para ter êxito nos processos que acompanha.

Neste sentido, duas características essenciais para um advogado de sucesso são a oratória e a capacidade de comunicação.

Apesar de algumas pessoas já nascerem com a vocação de se expressar com mais facilidade, qualquer profissional pode desenvolver esta qualidade por meio de cursos, livros e treinamentos.

Você poderá fazer exercícios de expressão verbal e corporal na frente do espelho, ler sobre as técnicas de oratória e aprender com oradores profissionais, que ministram cursos para orientar o advogado a desenvolver as suas capacidades de expressão.

3. Boa ortografia e redação

Não é só por meio de comunicação verbal, atuação em audiências e sessões de tribunais que um advogado se destaca entre os demais.

A escrita também é um atributo fundamental na profissão e é utilizada tanto nas peças processuais, quanto em pareceres e e-mails enviados aos clientes.

Para desenvolver e aprimorar a habilidade de escrita, você poderá fazer cursos de português e redação e investir no conhecimento das regras gramaticais da nossa língua.

Além disso, manter o hábito da leitura também é uma estratégia interessante para melhorar a ortografia e a escrita.

4. Inteligência emocional

A inteligência emocional é um diferencial em qualquer carreira. No Direito, então, ela é ainda mais imprescindível, porque o advogado tem de lidar com várias situações delicadas e estressantes com seus clientes.

Desta forma, desenvolver o controle e o equilíbrio são fundamentais para ser um bom advogado.

Para isso, você pode se dedicar a atividades que amenizem a tensão e a ansiedade fora do ambiente de trabalho, como yoga, meditação e relaxamento.

Ademais, trabalhos manuais e terapia também são importantes aliados no desenvolvimento da habilidade de manter o controle em situações de estresse.

5. Saber trabalhar em equipe

Para os advogados que trabalham em escritórios, será inevitável realizar atividades com outros colegas na sua rotina profissional.

Se este é o seu caso, saiba que será necessário aprender a delegar funções, compartilhar conhecimento e ter paciência, porque nem sempre o ritmo de trabalho do seu colega é tão acelerado quanto o seu.

Por isso, pode ser interessante que você pratique atividades físicas em grupo para desenvolver o seu espírito de equipe.

6. Paixão pelo conhecimento

A advocacia exige que o profissional esteja sempre estudando e se atualizando em relação à área do Direito com a qual escolheu trabalhar, porque a legislação e o entendimento dos Tribunais estão em constante alteração.

Por esta razão, para ser bem-sucedido na profissão, você terá de ter muita paixão pela matéria escolhida e ter disposição para continuar estudando, todos os dias.

Para continuar os estudos, o ideal é investir em cursos de atualização e especialização nos temas relacionados à sua área e sempre pesquisar doutrinas e jurisprudências mais atuais.

Agora que você já sabe o que é necessário para se tornar um advogado bem-sucedido e quer seguir aprimorando a sua carreira, que tal ficar por dentro dos nossos conteúdos postados? Curta a nossa página do Facebook e conheça dicas valiosas!