Conecta, Autor em Conecta Advogado

Em alguns setores profissionais, a vida imita a arte. E no Direito, muito entretenimento já foi produzido sobre o tema.

São tramas que exploram a rotina dos Tribunais e o dia a dia dos advogados e inspiram muitos profissionais dessa carreira. Pensando nisso, vamos falar abaixo sobre as principais séries para advogados. Confira.

1. Suits

A estrela desta série é Mike Ross, um garoto que, mesmo sem concluir o curso de Direito e sem ter licença para advogar, acaba conseguindo trabalhar no famoso escritório de advocacia de Harvey Specter.

No escritório, Mike vai auxiliar Harvey a solucionar casos e aprender valiosas lições para se destacar na área. A partir daí, nasce uma relação de troca entre os personagens: enquanto Harvey aprende a se relacionar melhor com os clientes, Mike aprende todos os truques da profissão.

Ao assistir a série, o advogado poderá aproveitar os ensinamentos aprendidos e perceberá que, para trabalhar na área, é preciso muito mais do que conhecer as leis.

Alguns ensinamentos memoráveis da série são: o cuidado com a aparência e com o vestuário, que ajudam a causar boa impressão nos clientes; o senso de cooperação e trabalho em grupo, essencial em qualquer escritório; disciplina e dedicação são essenciais para o sucesso profissional.

Outro aspecto interessante do seriado é que ele não é focado na prática criminal, ao contrário da maioria das séries jurídicas existentes. São abordados outros temas que merecem destaque na advocacia, como corrupções e questões societárias.

2. How to Get Away With Murder

Essa série é protagonizada pela advogada penalista e professora de defesa criminal Annalise Keating que, ao longo dos episódios, ensina seus alunos a livrar seus clientes de serem condenados por assassinatos.

Entre aulas na universidade e a rotina do escritório, os seus estagiários, que também são alunos, são peça chave do enredo. Com a ajuda de Annalise, eles perceberão que as aulas da professora são cada vez mais imperdíveis.

Para os advogados, How to Get Away With Murder é uma série que ensina como a estratégia, combinada ao conhecimento são essenciais para se destacar na profissão, principalmente na área criminal.

A série também traz à tona várias discussões que permeiam o meio jurídico, como a ética na advocacia, o conceito de justiça e a sua aplicação no sistema judiciário e até que ponto o posicionamento pessoal do advogado deve interferir na sua atuação profissional.

3. The Good Wife

A heroína de The Good Wife é Alicia Florick, uma advogada que largou a carreira para cuidar da casa e dos filhos e se vê prestes a retomar os trabalhos após um escândalo envolvendo o seu marido.

Quando volta a trabalhar na advocacia, Alicia percebe o quanto o mercado de trabalho mudou e como as mulheres são vistas no mundo do Direito.

Essa é uma série com a qual os advogados vão se identificar bastante, pois trata das polêmicas envolvendo a rotina dos escritórios e dos Tribunais e os mais diversos tipos de demandas que podem surgir.

Além disso, os casos que compõem o enredo de The Good Wife são baseados em demandas que foram ajuizadas na vida real.

Os protestos durante o encontro da OTAN, em Chicago, por exemplo, serviram de pano de fundo para um dos episódios da série.

4. Better Call Saul

Para os advogados fãs de Breaking Bad, Better Call Saul é a melhor pedida! A série é focada na construção da carreira de Jimmy Morgan (nome verdadeiro de Saul Goodman), o notável advogado de Heisenberg, personagem ilustre de Breaking Bad.

Os advogados que estão iniciando a carreira vão se identificar com os desafios e problemas enfrentados pelo protagonista e aprenderão importantes lições para alcançar o sucesso na profissão.

Alguns dos ensinamentos captados nos episódios da série são: focar em uma área específica do Direito; construir um networking na advocacia; saber negociar e usar a argumentação a seu favor e aprender a conciliar os desafios tanto da vida pessoal quanto da vida profissional.

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Lidar com clientes inadimplentes é uma situação delicada. Por mais que os princípios da obrigatoriedade da convenção e da boa-fé tenham força jurídica para fazer valer os contratos, nem sempre é interessante para o credor que o caso atinja a esfera judicial.

No presente artigo vamos apontar algumas alternativas de cobrança, diferentes das formas tradicionais, para que credores possam obter melhores resultados em suas cobranças e, ao mesmo tempo, consigam manter um bom relacionamento com seus devedores. Confira.

Tenha um discurso bem desenvolvido

Ter profissionalismo e seriedade durante uma conversa com o cliente inadimplente não exclui a possibilidade de agregar empatia ao seu discurso. Pelo contrário, mostre a ele que você respeita e compreende a sua atual situação financeira.

Entretanto, considere utilizar nesta conversa alguns artifícios fornecidos pela psicologia, para aumentar suas chances de um bom resultado:

Reforço positivo

Este método muito aplicado na educação infantil, nutre o objetivo da oferta de recompensas a qualquer ato que se espera do indivíduo, para que ele seja reproduzido mais vezes.

É possível adaptar a lógica deste método à cobrança da seguinte forma: convide o cliente a sugerir as ações que ele pode tomar para conseguir efetuar o pagamento e elogie-as. Quando possível, inclusive, se disponibilize para ajudá-lo nesta busca.

Normas sociais

Teorias sobre psicologia social e fenômenos coletivos ressaltam a probabilidade de o ser humano reproduzir comportamentos do grupo no qual está inserido regido pela necessidade de pertencer a ele, baseado no instinto da autopreservação.

Logo, se você consegue demonstrar, de alguma forma, a carta de clientes que atende e como estes clientes mantém seus pagamentos em dia, gerando um bom relacionamento e resultados positivos, você desperta nele a necessidade de tomar uma atitude para se enquadrar ao perfil.

Proponha parcelamentos

O fracionamento da dívida é uma forma de angariar vantagens para ambas as partes envolvidas na relação. O credor receberá a prestação que lhe é cabível, ainda que em um prazo maior de tempo, e o devedor ganha melhores condições de cumprir sua obrigação.

Uma forma de garantir o pagamento das parcelas é a realização da transação por meio de cartão de crédito ou débito em conta, se for possível. Outra opção é a emissão de notas promissórias ou cheques pré-datados, pois ambos os títulos de crédito admitem cobrança judicial direta.

Mantenha a prestação dos serviços

Ainda que de forma parcial, dê continuidade à prestação de serviços e nunca evite contato com o cliente. O distanciamento pode causar-lhe a sensação de estar provocando transtornos, o que tende a afastá-lo e diminuir as chances de o pagamento ser efetuado.

Mantenha a prestação dos serviços — na medida em que puder manter as finanças em dia, sem prejuízos — e o contato sempre amigável. Desta forma, você dará a chance a este cliente de perceber sua ética profissional e aumentará as possibilidades de conquistar novos clientes, por meio de indicação.

Use os métodos convencionais de cobrança de forma sutil

A aplicação das estratégias acima deve estar integrada aos métodos convencionais de cobrança para que surtem o efeito esperado.

Contato telefônico

Alguns cuidados devem ser tomados na execução deste recurso de forma a não lesionar a integridade do seu cliente. São eles:

  • faça você mesmo a cobrança ou tenha um profissional treinado para fazê-la;
  • seja educado, cortês e tenha um discurso positivo;
  • nunca exponha o cliente informando a condição de devedor aos familiares dele;
  • jamais entre em contato fora do horário comercial ou no local de trabalho.

Contato por escrito

Vale proceder com envio de e-mails e cartas de cobrança, e em casos mais difíceis, até mesmo SMS. Lembre-se apenas de que o texto deve ser sempre leve, sem tom de obrigação. Utilize nestes modelos os mesmos artifícios sugeridos para o contato presencial.

Alguns recursos também podem ser utilizados para evitar clientes inadimplentes, como uma boa entrevista inicial para traçar o perfil do cliente, a coleta de dados para emissão de cobranças, como endereços físicos, envio de lembretes antes do vencimento e objetividade das cláusulas contratuais a respeito do valor do contrato, condições de pagamento, atraso e suas consequências.

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Exercer a profissão de advogado e, ao mesmo tempo, gerenciar um escritório de advocacia, não é uma tarefa fácil. No entanto, com disciplina e organização, é possível conciliar as duas atividades, sem que uma delas saia prejudicada. Pensando nisso, elaboramos o presente artigo com dicas e orientações preciosas. Confira.

Gerencie as finanças e controle pagamentos e despesas

O advogado que pretende exercer a sua profissão e gerenciar um escritório deve ter em mente que a gestão de suas finanças pessoais e das finanças do escritório devem ser realizadas separadamente.

A dica, nesse caso, é criar estratégias e fluxos de trabalho organizados para conseguir realizar as duas atividades e evitar deslizes.

À vista disso, é importante que o advogado crie procedimentos organizados e documentados para evitar a confusão entre as suas contas e as contas do escritório.

Considerando que as finanças do escritório envolvem valores mais altos e mais documentos do que as finanças pessoais do advogado, conheça abaixo as principais práticas que podem ajudar o advogado a organizar melhor as finanças do escritório:

  • determinar os procedimentos de reembolso e pagamento de despesas e realizar o seu controle por meio de formulário ou ficha, incluindo a cópia dos recibos em anexo;
  • planejar, previamente, as estratégias de cobrança de inadimplência, com a elaboração de contratos que incluam multas, correções e uma cláusula penal eficaz;
  • economizar e pesquisar preços para contratação dos custos fixos do escritório;
  • criar um fundo de reserva para pagamento de férias e 13º dos funcionários, bem como para gastos imprevisíveis;
  • manter um bom relacionamento com seus gerentes de bancos, que poderão garantir melhores condições de investimentos e negociar juros favoráveis para possíveis empréstimos.

Contrate advogados correspondentes

Com a contratação de advogados correspondentes para o escritório, o advogado poderá se dedicar a outras atividades, como o atendimento a clientes, a análise de casos mais complexos e a elaboração de peças processuais.

Instale softwares de gestão de escritório de advocacia

A tecnologia já está sendo usada em muitos setores da economia para facilitar e potencializar o trabalho de muitos profissionais.

Na advocacia, não poderia ser diferente. Muitos softwares de gestão de escritório estão disponíveis no mercado e permitem que o advogado controle as atividades exercidas pelos associados e demais funcionários, bem como o andamento dos processos que acompanha.

Desse modo, o advogado não gastará muito tempo controlando o que cada um dos funcionários do escritório está fazendo, nem o status das demandas ajuizadas. Bastará consultar as informações disponíveis no sistema.

Defina fluxos de trabalho

Outra estratégia essencial para a organização do trabalho do advogado como gestor do escritório é a definição de fluxos de trabalho.

Isto significa que o profissional deverá estabelecer uma parcela do seu dia de trabalho para executar as atividades típicas da advocacia e outra para a gestão do escritório.

Ele poderá determinar, por exemplo, que o período da manhã será destinado ao pagamento de contas e verificação das metas dos funcionários e a parte da tarde será dedicada às reuniões com clientes e à elaboração de documentos e peças processuais.

Viu como é possível exercer a profissão de advogado e ainda fazer a gestão do escritório de advocacia? Agora que você já sabe como fazê-lo, que tal aprofundar ainda mais sobre o assunto e aprender a manter as finanças em dia no escritório? Até o próximo artigo.


O novo Código de Processo Civil brasileiro trouxe alterações importantes para os recursos especial e extraordinário. Para se atualizar em relação às novidades, leia este artigo, que traz as principais modificações do novo CPC para esses dois recursos.

Recurso especial e recurso extraordinário

Esses são os tipos de recurso chamados de excepcionais, porque têm como função oferecer à parte interessada uma oportunidade de buscar, junto ao juízo STJ e ao STF, a decisão mais correta e justa, pautada em determinado dispositivo legal.

Os recursos especiais têm como função a defesa do direito objetivo, ou seja, de matérias infraconstitucionais. Devem ser propostos perante o STJ e os casos em que são admitidos estão listados no artigo 105, III, da Constituição Federal.

Já os extraordinários devem ser propostos em face do STF com o intuito de proteger as leis Constitucionais. A sua previsão de propositura está prevista no artigo 102, III, da Constituição Federal.

Acompanhe agora as alterações mais relevantes para estes dois tipos de recurso no novo Código de Processo Civil brasileiro:

Admissibilidade

A primeira alteração do novo CPC que diz respeito aos recursos especiais e extraordinários está no seu duplo juízo de admissibilidade.

Esse instituto, previsto no Código anterior, determinava que os recursos especiais e extraordinários, quando propostos, deveriam ser analisados primeiramente pelo juízo originário da ação, para depois seguir para as instâncias superiores.

Agora, de acordo com a nova Lei, não há mais a necessidade de análise desses recursos no juízo de origem da demanda. Eles são logo encaminhados para o STF ou para o STJ, conforme o caso.

Requisitos para interposição

Os itens que deverão constar, necessariamente, nas peças dos recursos especial e extraordinário estão determinados a partir do artigo 1029 do novo CPC:

  • exposição do fato e do direito;
  • demonstração do cabimento do recurso;
  • razões do pedido de reforma ou de invalidação da decisão recorrida.

Esses requisitos foram mantidos em relação ao Código anterior. No entanto, nesse mesmo artigo, foram incluídos três parágrafos, que especificam novas regras para os recursos que tratamos neste texto.

No parágrafo segundo, foi incluída a disposição de que o juiz deverá justificar a não admissão de recurso fundado em dissídio jurisprudencial.

Já no terceiro, determina-se que o STF ou o STJ poderão desconsiderar vício formal de recursos protocolados no prazo correto, ou pedir a sua correção.

Quanto ao quarto e ao quinto parágrafos do art. 1029 do novo CPC, constam disposições a respeito do efeito suspensivo dos recursos especiais e extraordinários, que falaremos a seguir.

Efeito suspensivo

Os recursos especial e extraordinário deverão requerer, expressamente, o seu efeito suspensivo, tudo conforme artigo 1029, § 5º, do novo Código de Processo Civil.

Essa é uma grande inovação trazida pelo novo CPC, tendo em vista que, no Código revogado, para conseguir um efeito suspensivo aos recursos excepcionais, o proponente deveria interpor uma medida cautelar.

Cabimento

As hipóteses em que os recursos especiais e extraordinários podem ser propostos estão previstas na Constituição Federal.

A partir do novo CPC, adicionou-se às disposições constitucionais a possibilidade de propor recursos extraordinários contra decisão de mérito dos Tribunais em relação ao incidente de resolução de demandas repetitivas.

Repercussão geral

Já no Código anterior e devido à Emenda Constitucional nº 45/2004, havia a necessidade de demonstração, quando da interposição do recurso extraordinário e da existência de repercussão geral.

Essa repercussão geral deveria ser demonstrada nos recursos envolvendo questões relevantes, que ultrapassassem os interesses subjetivos da causa ou nos casos em que o recurso impugnasse decisão contrária à súmula ou jurisprudência do STF.

Com o novo Código, a repercussão geral está mais abrangente, sendo admitida quando o recurso extraordinário for proposto em face de acórdão proferido em julgamento de casos repetitivos ou que tenha reconhecido a inconstitucionalidade de tratado ou de lei federal.

A nova disciplina legal do recurso especial e do recurso extraordinário reforçam ainda mais a importância desses institutos para o Direito Processual Civil brasileiro. Com este artigo, fizemos um panorama geral dessas novidades, mas se ficou alguma dúvida, não deixe de escrevê-la nos comentários.


Ter em quem se espelhar é muito importante para trilhar uma carreira de sucesso. No Direito, alguns advogados se destacam pela competência e pela ousadia ao conduzir as suas demandas jurídicas. Mas quem são esses personagens de destaque? No presente artigo, falaremos sobre alguns dos mais talentosos advogados brasileiros, para lhe inspirar na sua jornada profissional. Acompanhe.

1. Jairo Saddi

Advogado especialista em Direito Bancário, Jairo Saddi fez doutorado em Direito Econômico na USP e é PHd pela Universidade de Oxford.

A sua notoriedade no Direito Bancário começou quando assumiu o processo de um ex-banqueiro, que estava falido e convidou-o para um almoço, mas não tinha dinheiro para pagar o restaurante.

Saddi logo se ofereceu para pagar a conta e assumiu o processo de falência do ex-banqueiro, sem receber qualquer tipo de remuneração até a decisão da causa.

A partir daí, ficou conhecido no meio financeiro e foi contratado para ajuizar o processo de liquidação de diversos bancos, dentre os quais o Banco Santos, e se tornou amigo íntimo de banqueiros.

Até hoje, ele já publicou nove livros sobre Direito Bancário e, diante de seu conhecimento no assunto, foi nomeado Presidente do Conselho da Escola Insper Direito.

2. Sérgio Bermudes

Doutor em História do Processo Romano, Canônico e Lusitano pela Universidade de São Paulo, Sérgio Bermudes iniciou a sua carreira como advogado e professor de Direito na década de 1970.

No início de seus trabalhos na advocacia, Bermudes trabalhou com afinco para conquistar os seus clientes. Para tanto, aceitou causas de todos os valores, das mais simples às mais complexas.

Com o tempo, a carreira foi evoluindo e, hoje em dia, ele tem clientes que podem pagar honorários elevadíssimos. Exemplo disso é que ele é o advogado responsável pela recuperação judicial da OGX, de Eike Batista.

3. José Roberto Opice

Sócio fundador do escritório Machado Meyer, Sendacz e Opice Advogados, José Roberto Opice recebeu seu título de mestrado pela Southern Methodist University School of Law, dos Estados Unidos.

De origem humilde e nascido em Araraquara, o pai faleceu quando ainda era criança e a família perdeu tudo na crise de 1929.

Ao completar 17 anos, Opice se mudou para São Paulo, foi aprovado no vestibular de Direito na USP e se formou aos 23 anos, em 1940.

Começou a sua carreira como fiscal de rendas do Estado, até abrir o seu próprio escritório.

Mas o sucesso só veio mesmo em 1997, quando Opice foi um dos advogados contratados pelo governo para assessorar a venda da Vale, época em que privatização ainda era tabu no Brasil.

Um outro feito de destaque mais atual em sua carreira foi a formatação jurídica da fusão da Ambev com a Interbrew, em 2004.

4. Arnoldo Wald

Arnoldo Wald se formou em Direito pela Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro e concluiu o seu doutorado na mesma instituição.

Durante a graduação, empenhou-se desde o primeiro período na publicação de artigos jurídicos para revistas especializadas, além de ter escrito várias monografias que foram premiadas, uma delas pelo DASP (Departamento Administrativo do Serviço Público).

Foi no DASP que Wald conheceu Caio Tácito, que o indicou para o seu primeiro cargo público, o de pesquisador da Casa de Rui Barbosa, nos anos de 1950.

Além deste trabalho público e da advocacia, Arnoldo Wald também se destacou na carreira acadêmica, iniciada em 1954 na universidade onde se formou. Na sua atuação como docente, ele chegou a lecionar em quatro escolas de Direito diferentes, na mesma época.

Atualmente, a principal conquista de sua carreira é ser o representante da Consif (Confederação Nacional do Sistema Financeiro) nos processos, ajuizados perante o STF, que têm como objeto a recuperação dos valores perdidos nas poupanças brasileiras durante entre 1980 e 1990.

Agora que você já conhece a trajetória e as conquistas de 4 advogados brasileiros notáveis, que tal se inspirar ainda mais e ter acesso aos artigos que publicamos em nosso blog? Curta a nossa página no Facebook e receba textos e notícias na sua timeline.